• Como usar as redes sociais para divulgar sua empresa

    Um empresário hoje em dia não pode ignorar as redes sociais em seu empreendimento.

  • 6 Dicas para construir a sua equipe

    Nessa semana o Érico publicou em seu canal do Youtube uma entrevista que ele fez com Annie Pratt, que é uma das maiores especialistas em contratação e coordenação de equipes que ele conhece.

  • Como construir um público alvo no Youtube

    O YouTube oferece uma tremenda oportunidade para as empresas de todos os tamanhos...

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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Microempreendedores que hoje se tornaram donos de Microempresas


Cerca de 31 mil empresários brasileiros deixaram no primeiro semestre de 2013 a condição de microempreendedores individuais (MEI) para se tornarem donos de microempresas. Desde 2009, quando foi criada a figura jurídica do MEI, 86.546 microempreendedores individuais evoluíram para a condição de microempresa. Entre os motivos indicados para essa escalada empresarial estão o faturamento anual superior a R$ 60 mil (limite legal para ser um MEI), a contratação de mais de um funcionário e ainda a participação em outros negócios, segundo apontou levantamento elaborado pelo Sebrae. Como microempresas, o faturamento anual pode ser de até R$ 360 mil e não há limite para contratar empregados.
Nos poucos anos de existência da figura legal do MEI, desde julho de 2009, a evolução para microempresa tem sido uma forte tendência. Segundo dados do Sebrae, no ano passado foram quase 40 mil os empresários que mudaram de categoria. Esses números representaram quase o dobro do registrado em 2011. “A grande maioria dos Microempreendedores Individuais demonstram que querem crescer, faturar mais, expandir os negócios. Essa ascensão empresarial é muito positiva não só para esses empreendedores, mas para a economia como um todo”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.
Fábio Lima foi um dos primeiros microempreendedores individuais a comemorar a facilidade que a Lei Complementar 128/2008 (que cria a figura jurídica do MEI) proporciona a quem ingressa no mundo dos negócios. O soteropolitano começou como microempreendedor individual em 2009 e um ano depois já era dono de uma microempresa.
A receita anual bruta da empresa Projeto X Sinalização Gráfica pulou de R$ 31 mil para R$ 94 mil. Com 27 anos, Fábio faz Publicidade em uma faculdade de Salvador e resolveu abrir o negócio porque viu uma oportunidade de agregar mais renda à vida de estagiário de agência. Deu certo. Com 18 clientes fixos, a empresa tem faturamento anual de R$ 150 mil e ainda emprega três funcionários. A ampliação do faturamento e a necessidade de contratação de funcionários foram os motivos que fizeram com que Fábio mudasse de categoria. De acordo com a lei, os microempreendedores individuais devem respeitar, além do faturamento anual de no máximo R$ 60 mil, o limite de até um funcionário que ganhe o salário mínimo ou o piso salarial da categoria.
“Além de ser um motivador para a formalização, o microempreendedor individual pode ser considerado como um trampolim para o mundo dos negócios. É uma oportunidade para muitas pessoas que querem ter sua primeira empresa, mas acham que é muito complicado e arriscado”, reforça o presidente do Sebrae. Barretto também defende que a figura do MEI tem cumprido um importante papel social e econômico para o país. Desde a sua criação, mais de 3 milhões de pessoas se formalizaram e passaram a ter direito aos benefícios do INSS por meio de uma contribuição mensal que varia entre R$ 33,90 e R$ 38,90, dependendo do tipo de atividade.
A formalização também permite que esses microempreendedores individuais possuam Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e, com isso, possam vender para empresas e para os governos federal, estadual e municipal, adquirir matéria-prima por preços mais baixos e obter crédito com mais facilidade.
Agência de Viagem
Pagar uma passagem aérea no carnê. Isso pode parecer apenas um detalhe, mas faz uma enorme diferença para quem não tem acesso a cartão de crédito, o que impede de aproveitar as promoções pela internet e o parcelamento a longo prazo. A inovação rendeu à RC Viagens, agência da Rocinha, comunidade da zona sul do Rio de Janeiro, um aumento de 70% no faturamento.
O dono da agência, Antônio Costa, conta que fechou uma parceria com uma empresa paulista que tinha acordo com companhias aéreas para vender passagens mais baratas, com possibilidade de pagar em até 12 vezes. O cadastro de clientes da RC mostra que a maioria das pessoas quer viajar para o Nordeste e o preço sai quase pela metade. A capital cearense é o destino mais procurado, seguida por João Pessoa (PB) e Teresina (PI).
“A passagem só é emitida quando todas as parcelas são quitadas, portanto, o negócio não tem risco. Em caso de desistência, devolvo 75% do valor, o mesmo percentual cobrado pelas companhias aéreas”, afirma Costa, de 41 anos, que é formado em Turismo e tem pós-graduação em Administração, Meio Ambiente e Marketing.
O atendimento personalizado também contribui para o sucesso da agência. A maior parte dos clientes jamais viajou de avião e tem grande curiosidade. Antônio conta que eles querem saber o procedimento de embarque, se o avião treme muito quando sobe, se há risco de enjoar e qual é a quantidade de bagagem permitida, pois querem levar presentes para a família inteira. “Fico o tempo que for necessário com cada um e explicou tudo. O sentimento mais forte é a ansiedade. Quando a data do embarque se aproxima, eles costumam passar aqui diariamente para saber se está tudo certo”.
O sucesso da empresa é tanto que a agência já está atraindo clientes de outros bairros. “Comecei meu negócio em casa, no final de 2009, e tinha uma média de cinco atendimentos por dia. Em janeiro deste ano, abri uma loja porque minha clientela quadruplicou”. Antônio está com uma filial na Penha. A mudança de status da empresa começou em janeiro deste ano.
Informações Agência Sebrae
Os 20 negócios que mais dão certo no país

Setores elétrico e farmacêutico estão firmes no mercado
Lojas de instrumentos sobreviveram mais, mas têm poucas unidades abertas
O Sebrae listou as ideias de negócio que menos quebram no país, e a média nacional foi animadora: 76% das empresas criadas conseguem sobreviver aos primeiros dois anos, considerados os mais difíceis. O Espírito Santo ficou bem na foto, com taxa um ponto percentual maior que a estimativa nacional (77,1%). As áreas com maior índice de sobrevivência foram o comércio de instrumentos musicais, fabricação de equipamentos de informática, comércio de equipamentos para uso industrial, entre outros.
“Creditamos essa sobrevivência a três fatores: o aumento do mercado interno, a melhora nos níveis de escolaridade dos empreendedores e a ambiência favorável após a reforma tributária que criou o Supersimples”, enumerou a gerente da Unidade de Estratégia, Planejamento e Orçamento do Sebrae ES, Daniela Negri.
O Simples Nacional estabeleceu normas gerais que deram tratamento tributário diferenciado para microempresas e empresas de pequeno porte no país. Essas empresas ficaram sob um único regime de arrecadação, facilitando a vida do pequeno empresário.
Na pesquisa, o ramo de comércio de instrumentos musicais teve a melhor taxa de sobrevivência em números nacionais, 89%. Entre os segmentos com números mais expressivos estão o comércio de material elétrico e o de material farmacêutico, todos com 86% de chances de sobrevivência.
No Estado, a pesquisa considerou 6,5 mil empresas criadas em 2007 e que atualizaram seus dados na Receita Federal em 2010. Dentre as cidades capixabas abrangidas estão: Vitória, Vila Velha, Cariacica, Serra, Cachoeiro de Itapemirim, Linhares, Colatina e Guarapari. A melhor taxa de sobrevivência ficou em Guarapari, com 80%, e a menor foi verificada em Vila Velha, com 72%.  A empresária Danielle de Souza trabalha com comércio varejista de artigos de vestuário, um segmento que teve taxa de sobrevivência de 79%, acima da média nacional. Ela diz que, nos dois primeiros anos, o sucesso da empresa situada na Glória, em Vila Velha, foi graças ao maior poder de compra do cliente no período, considerado bom para o comércio. “Depois das crises financeira, imobiliária e das enchentes do ano passado, vejo mais dificuldades em manter meu negócio hoje do que em 2009 e 2010. Mas, na época, o importante para não fechar foi nunca desanimar e desistir no primeiro mês ruim. Vi muitos colegas fechando por não saberem lidar com esses períodos de baixa nas vendas”. A gerente de unidade do Sebrae diz que a chave para o sucesso de uma empresa, seja ela qual for, é uma boa gestão. “Um bom planejamento desde a abertura e o cuidado com os procedimentos financeiros e de pessoal são fundamentais para um negócio sobreviver.”
As empresas que mais deram certo
1 – Comércio de instrumentos musicais
A área teve sobrevivência de 89%, mas apenas 314 negócios no Brasil.
2 – Fabricação de equipamentos de informática
Empresas do ramo tiveram sobrevivência de 86%.
3 – Comércio de equipamentos para uso industrial
O negócio também teve 86% de taxa e foi beneficiado pela alta do mercado.
4 – Comércio de material elétrico
As 1.892 empresas abertas no ramo tiveram taxa de sobrevivência de 86%.
5 – Comércio de produtos farmacêuticos
A área teve destaque, com 86% de taxa e 6,9 mil novas empresas.
6 – Fabricação de máquinas
O ramo teve sobrevivência de 85%. As barreiras de entrada costumam ser altas e 859 empresas do tipo surgiram em 2007.
7 – Vendas de tintas e materiais para pinturas
O negócio foi alavancado pelo aumento de reformas no país, ficando com 85% de sobrevivência.
8 – Comércio varejista de vidros
A taxa de sobrevivência é de 85% e o mercado fatura mais de R$ 1 bilhão ao ano.
9 – Móveis, colchões e iluminação
85% dos 5,7 mil negócios do ramo sobreviveram, se beneficiando do aumento de renda da população.
10 – Manutenção de motocicletas
A taxa na área ficou em 85%, bem acima da média nacional.
11 – Fabricação de produtos têxteis
A área teve 84% de sobrevivência e tem receita total que ultrapassa os 67 bilhões de dólares ao ano.
12 – Comércio de artigos de óptica
O varejo fatura tanto com lentes de grau quanto de sol. A taxa foi de 84%.
13 – Comércio varejista de calçados e artigos de viagem
Segundo o levantamento, a taxa de sobrevivência do negócio foi de 84%.
14 – Incorporação de empreendimentos imobiliários
A construção de edifícios e serviços de arquitetura apresentou taxa de 84%.
15 – Fabricação de móveis
Negócios ligados à decoração e móveis tiveram boas perspectivas de crescimento. A taxa ficou em 83%.
16 – Impressão e reprodução de gravações
O negócio de impressão de livros e revistas apresentou sobrevivência de 83%.
17 – Comércio de joias e relógios
A área inclui peças em ouro e metais preciosos e teve 83% de sobrevivência.
18 – Comércio de materiais médicos
O negócio apresentou taxa de sobrevivência de 82%.
19 – Comércio para veículos automotores
Empresas no comércio de pneus e baterias tiveram taxa de 82% de sobrevivência.
20 – Comércio de artigos recreativos
Brinquedos, bicicletas e aparelhos de ginástica estão nessa categoria, com sobrevivência de 82%.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Entrevista com Rodrigo Seixas

Hoje temos uma entrevista especial para as pessoas que amam o empreendedorismo, ou que gostariam de iniciar nessa indústria.
A Equipe Sucesso Massivo, da qual eu faço parte, organizou um evento em São Paulo e antes da reunião tirou um tempo para entrevistar um dos grandes líderes da nossa equipe Rodrigo Seixas.
Nessa entrevista o Rodrigo Seixas compartilha um pouco da estória da vida dele e como ele iniciou nessa indústria. (Assista a entrevista abaixo)

(Entrevistado por: Rodrigo Restoy, Caio Rodrigo e Luciano Neves)
 Já pensou em trabalhar pelo mundo inteiro através da internet?


segunda-feira, 9 de março de 2015

10 dicas para seu tempo render

Profissionais de todos os segmentos e de escalões, de alto a baixo, lamentam não ter mais tempo para realizar todas as tarefas do dia, inclusive as pessoais
A falta de tempo é um problema crônico e motivo de muitas queixas no mundo corportativo. 
Profissionais de todos os segmentos e de escalões, de alto a baixo, lamentam não ter mais tempo para realizar todas as tarefas do dia, inclusive as pessoais.
Segundo o consultor empresarial Maurício Seriacopi, a síndrome da falta de tempo cada vez mais se faz percebida pelos profissionais em função da exigência cada vez maior por metas e resultados e também pela velocidade da informação. 
“A tendência é que a pressão por desempenho e o bombardeio de informações cresça sempre mais. Portanto, não adianta reclamar da falta de tempo. O importante é saber como administrá-lo. Enquanto a maioria vive correndo atrás de tempo, os profissionais bem-sucedidos correm a favor e aprenderam como controlá-lo”, explica Seriacopi.
Na opinião do especialista, o uso inadequado das ferramentas de comunicação, como, por exemplo, o email, força o profissional a realizar diversas tarefas simultaneamente, aumentando assim o seu desgaste e a probabilidade de erros e, consequentemente, retrabalhos. “Quanto mais desorganizada, mais a pessoa tende a desperdiçar o tempo. E em tempos onde ele anda escasso, qualquer desperdício faz muita diferença”, lembra o consultor.
Para quem deseja fugir dessa ciranda, há algumas atitudes práticas que podem ajudar a administrar melhor o tempo, segundo Maurício Seriacopi. Confira as dicas:

10 dicas para seu tempo render
01. Altere a configuração do seu programa de email para que as mensagens sejam baixadas em maior tempo. Por exemplo, a cada 30 minutos. Essa medida evita que, cada vez que você receba uma mensagem, pare o que está fazendo para ler o e-mail.
02. Contenha-se a não abrir programas de comunicação ou sites que possam interromper suas atividades ou gerar dispersão.
03. Utilize o tempo de espera em uma recepção para ler um bom livro para seu lazer ou uma literatura específica que contribua com seu desenvolvimento profissional.
04. Mantenha sempre próximo e com fácil acesso, um bloco e caneta, ou equipamento com esse recurso, para anotações de insights, lembretes de atividades e compromissos.
04. Durante deslocamentos, seja dirigindo ou em transporte coletivo, faça uso de recursos auditivos para aprimorar seu idioma ou ouvir um audiobook sobre um assunto que tenha interessa.
06. Se você tem uma certa compulsão em ficar navegando na internet, especialmente nas redes sociais além do tempo, desconecte a fonte de energia do seu notebook e assim, quando terminar a carga da bateria, automaticamente você irá parar.
07. É necessário, principalmente no mundo corporativo, estar cercado de pessoas competentes e comprometidas. Ter bons pares ou boa equipe de trabalho, permite compartilhar e delegar mais as tarefas e propicia a possibilidade de fazer outras coisas, inclusive voltadas ao cuidado com sua saúde ou aprimoramento profissional.
08. Nenhuma ferramenta te ajudará se você não definir onde quer chegar. O planejamento é a arma mais importante para quem quer se organizar. Portanto, prepare-se!
09. Tentar abraçar o mundo pode ser tentador, mas para alcançar resultados satisfatórios sem se matar de trabalhar, é preciso escolher com inteligência e racionalidade. Tenha foco e faça uma coisa de cada vez.
10. Resolva os problemas até o fim. Jamais esqueça que, direta ou indiratemante, pessoas dependem de você. Se referência e mostre-se organizado e com disposição. Disciplina é fundamental.
E você como organiza seu tempo? Comente e nos compartilhe suas experiências.

Aproveite e clique na imagem abaixo e conheça 8 Palestras sobre Como  Gerenciar Seu Tempo!
8 Palestras Gerenciar o Tempo Agora

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Hangout Como Aumentar suas Vendas através de Meus 4 Passos


Olá Pessoal


         Há algumas semanas venho trabalhando numa forma de compartilhar esse conteúdo com vocês. Hoje em dia neste mundo competitivo, todas as empresas independente de seu segmento de mercado, estão (ou deveriam estar) na internet, seja de forma ativa ou passiva através de postagens e comentários de clientes e consumidores nas Redes Sociais, Blogs e sites.
         O acesso a internet por usuários brasileiros vem aumentando gradativamente, e o mais importante disso tudo é saber como aproveitar esse novo momento, com novos consumidores, novas mídias, novas audiências com novas formas de publicidade para vender muito e muito mais.
         Antigamente a divulgação da empresa era feita porta-a-porta, por meio de panfletos, cartões de visitas,  ou era necessário muito investimento em publicidade na mídia de massa. Hoje é possível fazer Marketing do seu negócio usando a internet e suas ferramentas que muitas delas também são gratuitas e que passam a ser, se bem operada, uma importante aliada, além de ótimo e inteligente canal complementar.

          O item chave disso é: Como entender, usar, trabalhar e otimizar esse leque de recursos de forma a favorecer seu negócio? 
         Com todo esse envolvimento, existem outras funções sociais que chamam a atenção do consumidor para comprar, como: Compartilhamentos, engajamentos, customizações, opiniões, recomendações, experiências e avaliações. Além é claro de, premiações, competições e recompensas.
        Exatamente por isso, a Impact Agência Digital, através do empreendedor digital Everton Souza, está lançando um Hangout de "Como Aumentar suas Vendas Atraves da Internet usando meus 4 passos" para mostrar e ensinar conceitos que impactaram positivamente no seu negócio, respondendo as perguntas abaixo:
- Onde estão, como conquistar e como se comporta o novo Consumidor?
- Quais são as ferramentas e aplicativos que podem ajudar a vender mais?
- Como é o uso da internet e das redes sociais no Brasil?
- Quais são as tendências do mercado digital?
- Quais são os 4 passos?
- Conhecerá meus cases de sucesso usando esse método;
     
      Te convido a se inscrever para participar deste WorkShop que tem o objetivo de ampliar os horizontes, gerar insights e abrir a cabeça para grandes oportunidades.
 Inscreva-se

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

A técnica dos 6 chapéus

No nosso dia a dia agitado, muitas vezes estamos a mil por hora, e nossas idéias e pensamentos acabam passando despercebidos, ou tomamos algumas atitudes e decisões sem pensar.

Isso  tanto no meio profissional, como pessoal, podem trazer ações prejudiciais a pessoa. Muitos fracassos são frutos de ações não planejadas ou tomadas por um impulso emocional.

Assistimos o vídeo abaixo que nos ensinará a técnica dos 6 Chapéus, uma forma de organizar os nossos pensamentos e idéias de uma forma lógica e saudável. Confira:

E você o que achou? Sua opinião é muito importante. Comente abaixo.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

O Poder do Planejamento


A foto pode parecer cômica. Mas minha sacada de hoje tem a ver com a seguinte frase: "Sempre que for realizar qualquer projeto, primeiro verifique se tem todos os materiais necessários à mão!"

Eu levo essa ideia bem  a ferro e fogo, pois em qualquer coisa que faça no seu dia-a-dia você deve primeiro planejar.

Um bom planejamento te impedirá que cometer alguns erros básicos e te preparará para eventuais imprevistos que possam acontecer no decorrer do projeto.

Antes de realizar um Hangout, um Congresso, uma apresentação de seu produto ao cliente, faça um checklist primeiro, confira se todos os materiais e ferramentas necessária para o processo estão prontas e em suas mãos, se caso seja algo maior, verifique se a equipe está preparada e que todos estão com suas funções na ponta do lápis. Delegue funções caso a situação assim lhe permitir e não acumule coisas a fazer ao mesmo tempo. O risco de fazer algo as pressas, também pode reduzir a qualidade do que está precisando fazer. Gerencie seu tempo e priorize o que realmente é necessário naquele momento.

Enfim não faça como o amigo da foto... pois sem planejamento, as chances de você entrar pelo ralo aumentam.

E vocês pessoal qual sua opinião?... contribuam.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Reconhecimento pelo trabalho - Case Pousada Ribeirão das Pedras


Sempre é bom ter o reconhecimento do trabalho bem feito. Obrigado Pousada Ribeirão das Pedras por confiar em nosso trabalho.
Segue o depoimento de nossa cliente Mylla Jardel, gerente da Pousada Ribeirão das Pedras:
"Prezados, é com muita satisfação que podemos falar sobre os serviços prestados a nossa empresa Hotel Fazenda Ribeirão das Pedras.
Já são quase 02 anos de parceria e durante esse período só tivemos a ganhar utilizando os serviços de mídia digital contratados da IMPACT, os profissionais envolvidos, não medem esforços para ampliar os resultados e acessos em nosso site. Em todos os chamados a empresa e especialmente o responsável direto, Sr. Everton Souza, nos atende prontamente nas diversas solicitações que fazemos durante o ano. Importante destacar a criatividade no desenvolvimento de campanhas de marketing pela internet, o que nos trouxe resultados bastante significativos.
Nosso número de acessos no site, é acompanhado sistematicamente pela IMPACT e através dos relatórios enviados mensalmente a nossa empresa, através de gráficos e números reais.
O que nos dá a certeza de que não erramos quando decidimos trocar de prestador de serviços optando pela IMPACT. Vale ressaltar também que é notório o aumento de clientes, vindos através do site, depois da criação do novo web site e desenvolvimento de campanhas para a venda de hospedagem.
Esperamos poder continuar com a parceria e com a certeza de contar com profissionais comprometidos com a proposta da empresa e com mais e mais resultados positivos!
Obrigado , equipe Impact, conte sempre conosco, nós contamos com vocês para o sucesso do nosso empreendimento."
Seja você também um case de sucesso! Contrate os serviços da Impact Agência Digital. Estaremos a disposição para atendê-los.

Conheça o site da pousada Ribeirão das Pedras e o trabalho realizado pela nossa agência clicando aqui:

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Cuide bem de seus clientes em 2015


Todo empresário sabe que seus clientes são o fator de maior importância em qualquer tipo de negócio. Ou seja, a relação com eles é o que sustenta qualquer empreendimento e garante o sucesso desejado. Por esse motivo, o investimento nesse fator é, além de um diferencial, uma maneira de garantir a continuidade de um bom relacionamento no ano seguinte. Conheça cinco maneiras de estreitar ainda mais esses laços ou buscar uma aproximação em 2015.

Brindes: Famosos em diversas ocasiões, desde desfiles até em lojas, esses regalos marcam presença principalmente em datas comemorativas. Os brindes corporativos são uma maneira excelente de valorizar esse contato. São simples e extremamente funcionais na vida do cliente, além de terem um baixo custo para a empresa. Sua recepção é extremamente positiva e há diversas opções de customização e impressão de logos e identidade visual.

Comunicação: O contato com cada cliente é extremamente necessário. Os canais de comunicação devem ser trabalhados de maneira mais eficiente, sempre evoluindo na rápida resposta aos feedbacks e no amparo a cada consumidor. Por isso, manter uma atuação forte nas redes sociais é também uma vantagem para muitas marcas, grandes ou pequenas. Esse diálogo é a chave para conseguir superar problemas ou ainda conquistar ainda mais admiradores e futuros clientes ou parceiros.

Logística: Um bom investimento em logística garante a eficiência, que pode ser sentida em cada entrega ou cumprimento de prazos, impactando diretamente na recepção dos clientes, cada vez mais satisfeitos com o serviço oferecido. Vale a pena também pensar em benefícios quanto à fidelidade de cada cliente, oferecendo ofertas e vantagens para essas relações de longa data.

Recursos: Os investimentos em infraestrutura geram nitidamente uma melhora na popularidade de qualquer empreendimento. Isso porque produzem rapidamente uma mudança indireta em diversos fatores que agradam ao público e modificam sua visão e abordagem. Seu impacto pode ser sentido nas vendas e também na popularização da marca, que recebe mais recomendações e avaliações positivas por parte de seus consumidores.

Imagem: Manter uma identidade visual e um forte impacto nas mais diversas mídias é uma das questões principais do marketing de qualquer negócio. Não é uma tarefa fácil, mas quando bem consolidada, ela representa uma maneira eficaz de garantir que a empresa será lembrada, recomendada e compartilhada. Para isso, é necessário enraizar os conceitos e princípios tanto externamente quanto internamente, entre os colaboradores e parceiros.

Fonte: Conexão Mercado

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

7 coisas que toda empresa precisa saber sobre home Office



O trânsito caótico e o alto custo do metro quadrado comercial nas grandes cidades promoveram o home office de tendência a necessidade. Cada vez mais empresas estão adotando a solução de enviar parte dos seus colaboradores para executar parte de suas tarefas remotamente. Com isso conseguem reduzir custos, aumentar a produtividade, atrair e reter talentos, reduzir o absenteísmo e atingir metas de sustentabilidade.



Mas apesar de todas as vantagens para as empresas, e para as pessoas que nelas trabalham, o teletrabalho é um assunto que ainda gera muita insegurança entre os gestores brasileiros. Com o objetivo de reduzir esta preocupação e garantir que mais pessoas se beneficiem com o trabalho portátil, vou apresentar as respostas para as principais questões geradas pelo assunto, e tentar derrubar os maiores mitos sobre o trabalho realizado em espaços alternativos à empresa.

1. O funcionário não vai tomar chá de sumiço
Um dos maiores medos gerenciais com relação ao home office é a percepção de perda de controle. Para muitos gestores, um colaborador remoto é uma pessoa a menos na equipe.

Existem diversas configurações de trabalho a distância e em nenhuma delas o colaborador fica isolado da empresa. Basta notar que na maioria dos casos o trabalho é realizado remotamente somente dois ou três dias da semana.

E mesmo nos casos onde o trabalho é realizado 100% home based (como nos programas de teleatendimento, por exemplo), os colaboradores devem participar de reuniões presenciais na empresa no mínimo a cada 15 dias, para receber feedbacks ou alinhar as tarefas com seus gestores.
Além disso, a tecnologia atualmente permite que gestores fiquem em constante contato com sua equipe, seja através das ferramentas de comunicação ou dos aplicativos de gestão remota de tarefas.

2. Quem paga a conta é a empresa. Ou o colaborador. Ou ambos.
Não existe regra fixa na hora de dividir os custos de um programa de trabalho remoto.

Algumas empresas pagam toda a conta: mobiliário, equipamento, capacitações e custos fixos do home office (energia, telefone e banda larga). Outras oferecem somente os treinamentos ou contribuem com os gastos fixos, depositando mensalmente uma ajuda de custo. Existem ainda as que restringem a participação no programa a colaboradores que já possuem notebook e celular da empresa, economizando assim nos investimentos com equipamento.
Cada caso é um caso, e a divisão de custos vai depender dos itens estabelecidos no guideline de cada programa de trabalho portátil e das políticas de cada empresa.

3. O home office não é um fora-da-lei
Muitas empresas resistem ao home office por questionar sua adequação à legislação brasileira.

A partir da alteração do artigo 6º da CLT em 2011, os direitos de quem trabalha a distância foram equiparados aos de quem trabalha na sede da empresa. Com isso, definiu-se um expediente de trabalho remoto com horário para começar e para terminar. Contatos e demandas além destes limites, caracterizam hora extra. A lei, portanto, valida as atividades remotas desde que estejam limitadas dentro de uma jornada de trabalho. Este formato funciona bem com alguns tipos de atividades, como por exemplo, o teleatendimento.

Quando há a necessidade de estabelecer um horário mais flexível de trabalho, muitas empresas optam pelo contrato sem horário núcleo, onde não há controle de jornada, nem pagamento de horas extraordinárias.

Para trabalhadores externos (vendedores, por exemplo) e ocupantes de cargo de confiança existe ainda a exceção contida no artigo 62 da CLT, que também permite contrato sem definição de jornada, em casos específicos.

E finalmente existem as ferramentas que limitam (ou evitam) o contato telefônico ou por e-mail de gestores a colaboradores fora dos horários de expediente, reduzindo a possibilidade de eventuais ações trabalhistas.

Qualquer que seja o caso, é fundamental envolver o departamento jurídico da empresa nas discussões e definições de um programa de trabalho portátil. E, se necessário, contratar uma assessoria especializada no assunto.

4. Tamanho não é documento
A impossibilidade de implementar um programa de trabalho portátil é muito mais uma questão cultural na empresa do que uma limitação relacionada ao seu porte. Algumas pequenas e médias empresas relacionam sua importância no mercado com a área física de escritórios, a quantidade de estações de trabalho e o número de funcionários presentes. Para estas empresas, estes elementos representam um símbolo de status. Manter esta estrutura funcionando é um custo que nem sempre compensa.

Quando não têm a necessidade de manter esta imagem, empresas de qualquer porte podem implementar um programa de trabalho portátil e aproveitar seus benefícios: atração e retenção de talentos, aumento na produtividade e redução de custos. Para isso, basta que algumas de suas atividades sejam compatíveis com o trabalho à distância.

E nos casos em que a empresa precisa crescer, esta modalidade permite ainda que se façam novas contratações sem a necessidade de aumentar o espaço físico de escritórios, economizando assim em custos imobiliários e gastos extras com energia.

5. Os trabalhadores brasileiros são dignos de confiança
Infelizmente, existe um senso comum de que no Brasil somos todos folgados e malandros. Por isso, muitas empresas associam o teletrabalho com perda de controle e redução na produtividade.

Aqui, como em qualquer lugar, existem realmente pessoas que exigem um monitoramento constante, procrastinam, costumam faltar ao trabalho e mesmo quando estão presentes são dispersos e improdutivos. Estes, com razão, não podem trabalhar em home office.

Mas há também – e cada vez mais – trabalhadores brasileiros responsáveis, disciplinados e éticos. Colaboradores com foco em resultados e que farão o impossível para entregar um excelente trabalho e assim manter o privilégio de trabalhar remotamente.

Cabe à empresa encontrar, recrutar, selecionar e capacitar os candidatos ideais ao trabalho portátil, para que possam reproduzir sua alta performance trabalhando bem de qualquer lugar.

Nos próximos artigos vou apresentar quais são as características mais importantes aos candidatos a home office.

6. Segredos são protegidos
Existe uma percepção de que dados sigilosos e informações confidenciais da empresa poderão ser pirateadas no caminho que fazem entre o colaborador remoto e a empresa. O risco de que isso aconteça é mínimo, pois a tecnologia já oferece diversas ferramentas que permitem a transmissão de dados e o armazenamento de informações com total segurança, mesmo que o trabalho seja realizado a distância.

Entre as soluções estão as VPNs (Virtual Private Networks), que criptografam a comunicação via internet entre colaborador remoto e empresa; e as VMs (Virtual Machines), que permitem que todas as informações de que o colaborador precisa para trabalhar sejam acessadas virtualmente de qualquer lugar, enquanto na realidade estão armazenadas nos computadores da empresa.

7. Todo mundo sai ganhando
O trabalho portátil é o melhor dos dois mundos. Um programa de home office permite que a empresa economize em custos imobiliários e ao mesmo tempo aumente a motivação – e portanto a produtividade – dos colaboradores. Também possibilita a atração e retenção de talentos e a inclusão de pessoas com deficiência. Além disso, diminui os deslocamentos casa-trabalho, reduzindo a perda de tempo em congestionamentos e com eles o estresse dos trabalhadores. E, finalmente, permite que os colaboradores tenham uma vida mais saudável e passem mais tempo com suas famílias: um ganho enorme em qualidade de vida.

Por que as empresas devem adotar o trabalho portátil?
O cenário mudou. O Brasil cresceu muito nestes últimos anos e a infra-estrutura viária das cidades não acompanhou este desenvolvimento. Além disso, a grande competitividade no mercado global está obrigando a indústria nacional a produzir mais com menor custo. E finalmente, a nova geração de talentos tem buscado um formato mais flexível de trabalho e por isso escolhe trabalhar somente em empresas que ofereçam este tipo de benefício.

Esta é uma realidade completamente nova para as empresas brasileiras. Muitas estão se adaptando e vão evoluir. Outras permanecem resistentes e podem não sobreviver.

O trabalho portátil é uma excelente solução para se adaptar a esta nova e desconhecida paisagem corporativa. Transferir parte das atividades para que sejam executadas remotamente reduz o impacto do déficit viário, potencializa a produção, otimiza custos, atrai talentos em busca de flexibilidade e reduz o turnover na equipe. Quem considerar o trabalho portátil para as questões que se apresentam, terá maiores chances de continuar no jogo.

Fonte
Pequenas Empresas & Grandes Negócios

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Técnica de vendas - O Atalho Mental do Contraste e o Conhecimento do Cliente

Você já notou que quando comparamos algo ruim com uma outra coisa um pouco melhor, essa segunda opção parece ser excelente?
Esse é o nosso cérebro trabalhando para encontrar diferenças e de alguma forma ele aumenta o valor percebido do que é bom, fazendo ele se tornar excelente quando comparado a algo muito ruim.
Uma das técnicas muito utilizadas por empreendedores consiste em utilizar o Contraste para aumentar o valor percebido do imóvel.
A aplicação do Contraste é bem simples: as imobiliárias mantem em sua carteira  imóveis com valores muito próximos, sendo que um em péssimas condições, a ideia é fazer os corretores apresentarem esse imóvel primeiro ao potencial cliente antes de leva-lo para conhecer o imóvel alvo da venda.
O principio do Contraste vai agir e o cliente vai achar que esse segundo imóvel é excepcional e talvez nem perceba que o primeiro imóvel era apenas uma isca para venda do imóvel desejado.
Os exemplos são muitos, quando estava mobiliando meu apartamento, precisava de móveis planejados e descobri uma prática "irritante" de muitas lojas, após fazer o projeto e ser apresentado ao preço, eu iniciava uma singela pechincha, nem precisava muito e o vendedor já me dava de 50% ou até 70% de desconto, mágica isso né!
Já notou também como fica mais fácil chegar a um determinado valor em uma negociação quando se joga o valor lá em cima? 
Acompanhando uma negociação entre um chefe e uma agência de correios que prestava serviço de envelopamento, logo no inicio da negociação  a agência perguntou ao chefe "Quanto você acha que deveria custar esse nosso serviço"?
A resposta foi direta "Não deveria custar nenhum centavo... ". Dito isso, claro, baseado em argumentos previamente preparados, foi muito difícil a agência dos correios conseguir o valor que talvez eles tivessem pensado antes de entrar naquela sala.
Isso é usado também quando queremos vender alguma coisa, se oferecermos o nosso carro com 2mil reais a mais, fica mais fácil chegar ao valor desejado. É o famoso "Nem eu, nem você, vamos ficar no valor x então".
Em nosso meio digital, é possível notar isso de forma muito direta quando acompanhamos o lançamentos de cursos e treinamentos, já notou que os Bônus oferecidos acabam tendo um valor maior do que o que esta sendo ofertado? Sim, esse é o Contraste, a ideia é fazer o cliente ter a nítida impressão que esta fazendo um super negócio.
É isso ai, espero que esse Atalho possa te ajudar nas suas vendas, se isso não for possível, pelo menos vai te ajudar a se defender de quem tentar usar isso contra você.

Conhecendo seu cliente

No vídeo abaixo, o empreendedor Moisés Meireles dá algumas dicas de como conhecer seu cliente antes de realizar a sua negociação. Isso faz toda diferença na hora de vender seu produto ou serviço, 




E você o que achou da matéria? Deixe a sua opinião.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

6 Dicas para Construir uma Boa Equipe‏



Eu sempre nas minhas horas vagas sigo os conteudos de alguns grandes empreendedores digitais, entre eles o Érico Rocha, que eu considero o maior empreendedor digital brasileiro. Suas dicas e sacadas são bem relevantes e sempre nos trazem refletir bastante sobre nossos trabalhos.

Nessa semana o Érico publicou em seu canal do Youtube uma entrevista que ele fez com Annie Pratt, que é uma das maiores especialistas em contratação e coordenação de equipes que ele conhece.

Você pode começar o seu negócio como Empreendedor Individual ou Microempresa, mas com o seu trabalho e esforço consegue sucesso e começa a expandir seus negócios. é nessa hora, que você irá precisar montar uma equipe. 

Contudo, contratar e coordenar uma equipe com qualidade e excelência não é uma tarefa fácil de se conseguir.

Confira no vídeo abaixo algumas dicas preciosas que Annie recomenda e que pode ajudar na organização de sua equipe de negócios. Nessa entrevista ela dá várias dicas para conseguir êxito na construção e coordenação de sua equipe.



https://www.youtube.com/watch?v=kOIMDsJDdaI

E você o que achou dessa matéria? Como está a sua equipe? Como você coordena ela? Contribua conosco contando sua experiência. Deixe o seu comentário.


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Como Organizar um Evento


Dependendo da extensão e objetivo da comunicação, o evento é uma ferramenta de divulgação muito importante e deve fazer parte do planejamento. No mundo corporativo, realizar um evento para o lançamento de um produto, anúncio da expansão de uma empresa, entre outros motivos de negócios pode ser um passo fundamental, um "start up" único, que fará toda a diferença para o fortalecimento da sua marca, seu novo produto ou seu novo serviço no mercado. Confira essas dicas abaixo para realizar um evento marcante com seus cliente:

Fazendo um Check List Completo
Organizar um evento parece ser uma tarefa simples. Mas, seja qual for o porte do evento (pequeno, médio ou grande) que você está organizando, ele merece a mesma atenção aos detalhes. Para que nenhum deles passe despercebido, recomendo que você elabore um "Check List" prévio e completo de todas as tarefas. Lembre-se de organizar tudo isso muito bem e com antecedência. Neste blog, posto um exemplo detalhado de um "Check List" (clique nas imagens para ampliar), com ações que incluem desde a escolha de um local apropriado até outras atividades de comunicação que reforçam o evento como um todo.

Quantas Pessoas e Quem Devo Convidar?
Antes de mais nada, é preciso definir muito bem qual será o perfil do público que você deseja reunir em seu evento e qual o número de participantes que você quer receber. Para isso, trabalhar com uma lista de convidados, com contatos atualizados e confiáveis, já representa um passo essencial para o sucesso de qualquer evento. Pense ainda, o quanto você está disposto e poderá pagar por isso.

Contratando Fornecedores
Reuna no mínimo três orçamentos para cada atividade e negocie entre os fornecedores. Certificar que o fornecedor é comprometido com a entrega do serviço contratado também deve ser considerado. Já pensou, pagar pelo serviço e no dia do evento ele não for entregue? Seus convidados não podem ficar em pé em um jantar, por exemplo, caso o fornecedor do Buffet não forneça as mesas e cadeiras que você contratou. Firme um contrato individual com cada fornecedor, para que ele se comprometa a entregar exatamente aquilo que você contratou. Liste o nome de contato e o telefone de todos eles. Assim, no dia do seu evento, você terá a quem recorrer se houver algum contratempo.

Pensando na Mensagem que Você Deseja Passar aos Convidados

Com toda a infraestrutura organizada é preciso definir muito bem a mensagem que você deseja passar aos participantes do evento. Esteja atento em inseri-la em todos os meios de divulgação, apresentações, materiais promocionais que serão entregues antes, durante e após o evento. Além de oferecer toda a infraestrutura, o sucesso no evento está em fixar a mensagem na mente dos participantes. Porque é esta mensagem que cada um dos presentes irá lembrar e divulgar após o evento, para todos os seus contatos.

E ai, essas dicas lhe foram úteis? Já realizou ou pensa em realizar um evento? deixe sua opinião com suas experiências ou dúvidas.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Franquias virtuais


   

Uma franquia virtual é o uso de uma marca criada para ser usada apenas no ambiente online.
  O crescimento das franquias virtuais está diretamente atrelado às facilidades e a autonomia que oempreendedor consegue ter com a sua rotina, outro atrativo do segmento é o baixo valor do investimento inicial e a facilidade de operar sem loja física, além de o custo ser menor, exigindo do interessado investimentos entre R$ 5.000 e R$ 50.000. Existem diversas franquias virtuais baratas no mercado além de uma grande variedade de serviços oferecidos por esse tipo de negócio, como vendas de soluções em estratégia de marketing digital, serviços de consultoria variados, oferta de emprego e venda de produtos eletrônicos através de lojas virtuais. 
 Com o crescimento dos negócios online no país, a opção pelas franquias virtuais parece ser um ótimo caminho para o empreendedor digital.
Para saber mais veja essa reportagem: 

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Novas tendências em Atendimento ao Cliente. Porque abraçar essa idéia?

A pergunta que muitas vezes se perguntou se "Será que eu realmente preciso oferecer aos meus clientes novas formas de resolver os problemas dos clientes on-line?", 
Boa parte das empresas que se envolvem com os clientes em uma base contínua, afirmam ter um bom atendimento ao cliente.
Um recente relatório da McKinsey constatou que 89% dos consumidores se voltarão para um concorrente direto, se o serviço ao cliente da empresa fosse fraco e que 86% disseram que iriam pagar a mais para uma melhor experiência em atendimento ao cliente. 
No Reino Unido, varejista e rede de prestadores de serviços são bons exemplos de empresas abraçando a era digital e tornando-se uma parte essencial de seus negócios. 
Na sociedade de hoje, o enorme crescimento da mobilidade digital tem forçado as empresas a repensar a sua estratégia. A idéia de um negócio  on-line e off-line já passou. Os consumidores agora vêem o negócio como um só, e as empresas devem fazer o mesmo.
Os consumidores têm um monte de escolha e são cada vez menos fiéis a marcas por causa da infinidade de alternativas disponíveis. Além disso, comentários negativos nas mídias sociais muitas vezes são uma questão de vida ou morte para muitos varejistas. Como limitar comentários negativos dos clientes? Esta é uma questão importante para a maioria dos varejistas, online e offline.
É crucial para as empresas, também educar seus clientes e perceber que o atendimento ao cliente não é apenas algo 'bom de ter'. Do ponto de vista do varejista, que recentemente descobriu que mais de um terço dos clientes descobriram que  seus direitos online e offline eram basicamente o mesmo.Em alguns casos isso pode ser verdade, mas o que faz sobressair é a falta de conhecimento. As empresas devem estar fazendo um trabalho melhor, educando seus clientes.
Enquanto não há nenhuma maneira certa ou errada de melhorar o atendimento ao cliente, desde que as empresas aceitem que ele deve ser sua principal prioridade, o sucesso é mais propensos. Atendimento ao cliente e a oferta digital de uma empresa em particular não deve serem implementadas apenas reativamente. É importante ser proativo e dar aos clientes um canal para que as vozes e opiniões possam ser ouvidas diretamente pelo varejista. Dessa forma, os clientes não precisam de não ir ao Facebook, mas sim resolver seus problemas diretamente com o varejista. Aqueles clientes que são impotentes são mais propensos a manifestar a sua frustração em público - o que parece ser uma tendência atual para a maioria. 
Como a geração digital de hoje tem expectativas tão altas para o cuidado do cliente, uma organização que não leva a sério isso pode  encontrar uma série de desafios, sendo derrubada pela sua concorrência.

E você, o que acha do atendimento ao cliente nas empresas atuais? Qual a sua opinião sobre o assunto? Deixe seu comentário:

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Criatividade e Inovação: as duas ferramentas necessárias para o sucesso de um negócio na era digital


Como as empresas devem se reinventar para fazer frente aos novos desafios da era digital?
Esta pergunta nos faz refletir em como gerenciar tantos desafios diários e olhar para novos cenários de possibilidades e oportunidades? Como estar a frente da concorrência e ser competitiva ao mesmo tempo?
No contexto atual, a inovação e a criatividade devem imperar. As informações se tornam obsoletas em minutos. No entanto, a velocidade também é a maior aliada para quem está acompanhando as novas tecnologias, sejam de gestão e de negócios.
A criatividade, do ponto de vista organizacional é a capacidade de construir alternativas mercadológicas, seja através dos compostos de marketing ou através de intervenções na organização a fim de resolver problemas na sua gestão ou conturbações nos ambientes interno e externo.
A globalização trouxe novos paradigmas para os mercados e para a sociedade como um todo. O processo de inovação está fortemente vinculado a capacidade de lidar com as novas tecnologias, superar os desafios lançados e transformar suas ferramentas em vantagens competitivas.
Este processo de inventividade deve ser acompanhado da lógica mercadológica, do comportamento dos consumidores e estar atento às tendências, uma vez que as tecnologias são altamente dinâmicas.
As tecnologias trouxeram a concepção de marketing global. A internet hoje, quebrou com as barreiras nacionais e o mercado tonou-se apenas um: a grande aldeia global, o planeta Terra.
O processo de inovação, assim, está atrelado às tecnologias num processo irreversível, onde o desenvolver novas possibilidades tecnológicas pode representar liderar um mercado, se manter nele ou falir.

Para um negócio prosperar nesse contexto, deve-se haver na empresa pessoas criativas e dispostas para estar antenadas as modificações constantes do mercado global, e preparadas para criar soluções inovadoras para seu negócio.

Google: exemplo de inovação

A gigante Google é um exemplo de inovação e criatividade. Veja esse vídeo de como um simples site de buscas se tornou um  dos maiores impérios digitais do mundo, e o que eles fazem para se manterem no topo.


E você, já trabalhou a inovação em seu negócio? Elaborou seus objetivos? Tem dúvidas? Podemos ajudá-lo? Deixe sua opinião, sugestão ou dúvidas.


Impact Agência Digital