• Como usar as redes sociais para divulgar sua empresa

    Um empresário hoje em dia não pode ignorar as redes sociais em seu empreendimento.

  • 6 Dicas para construir a sua equipe

    Nessa semana o Érico publicou em seu canal do Youtube uma entrevista que ele fez com Annie Pratt, que é uma das maiores especialistas em contratação e coordenação de equipes que ele conhece.

  • Como construir um público alvo no Youtube

    O YouTube oferece uma tremenda oportunidade para as empresas de todos os tamanhos...

Mostrando postagens com marcador marketing nas midias sociais. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Como usar as mídias sociais para empreender na crise?


Mercado saturado, poucos investimentos e baixa capacidade de compra. É nesta hora que a criatividade pode se tornar um diferencial para o pequeno e médio empresário, desde que ele adote uma postura empreendedora diante da crise.E como remar contra a maré e se destacar em um contexto altamente competitivo, em que há pouco dinheiro e é necessário fazer muito? O primeiro passo é realizar uma análise do setor em que sua empresa atua e ver que tipo de serviço ou produto ainda não está disponível ou não vem atendendo a proposta a qual se destina.
De acordo com uma pesquisa da Endeavor, divulgada em abril deste ano, a tecnologia da informação e os sistemas de gestão na nuvem (cloud computing) são algumas áreas promissoras para o país. Para adequar seu negócio aos tempos digitais, você precisa, antes de tudo, criar uma identidade para sua empresa na rede, através de um site institucional, onde estejam presentes a missão, visão e valores e quais serviços são prestados.
Mas, ter um site para o seu projeto empreendedor também não é mais o suficiente.  Como há uma infinidade de fontes de informação, seja em sites especializados ou em jornais e revistas, sua empresa precisará se destacar na web, o que poderá ser feito através de um trabalho de marketing nas mídias sociais.
Gerando um conteúdo relevante e de qualidade e monitorando o posicionamento de seu site em relação à concorrência, você irá fortalecer o nome da sua marca na rede, e  consequentemente, obter um maior alcance, conquistando o coração dos seus públicos estratégicos.
Em tempos de crise, ocupar nichos nas mídias sociais e na web pode ser um diferencial para sua empresa ou novo negócio. Mãos à obra!
Texto: Agência Impact

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

A moda do Black Friday começa a invadir o Brasil


Como acontece todos os anos, a internet está em polvorosa nesta metade de novembro. O motivo não poderia ser outro que não a Black Friday, a sexta-feira após o Dia de Ação de Graças norte-americano em que dezenas de lojas fazem grandes promoções e vendem produtos muito desejados a preços irresistíveis.
É claro que, com o crescimento do comércio digital, a data tipicamente norte-americana ganhou força também em outros países. Isso fez com que até mesmo empresas brasileiras entrassem na onda das superofertas — e, consequentemente, atraiu consumidores que até então não conheciam o “feriado”.
Porém, você sabe a origem da data? Tudo bem que é muito legal comprar aquele eletrônico ou filme que você tanto queria pela metade do preço, mas não faz mal para ninguém saber como essa tradição nasceu e por que ela é tão popular. Então, que tal uma pequena aula de História?


Um dos dias mais aguardados no ano por lojistas e consumidores, a Black Friday teve origem nos Estados Unidos, mas hoje já é adotada em vários países do mundo, como o Brasil.

Nos Estados Unidos, o evento acontece tradicionalmente depois do feriado de Ação de Graças, com filas a perder de vista. Todos os consumidores têm um único objetivo: garimpar produtos com descontos que podem chegar a até 90% do preço original.
Mas quando surgiu a Black Friday? Por que o evento ganhou esse nome? Confira dez curiosidades envolvendo um dos dias mais famosos do varejo.

1. O termo Black Friday se referia às crises das bolsas de valores no século 19
Embora esteja hoje associado ao maior dia de compras dos Estados Unidos, o termo Black Friday (literalmente 'Sexta-Feira Negra' em inglês) se referia originalmente a eventos muito diferentes.
"O adjetivo negro foi usado durante muito séculos para retratar diversos tipos de calamidades", afirma o linguista Benjamin Zimmer, editor-executivo do site Vocabulary.com.
Nos Estados Unidos, a primeira vez que o termo foi usado foi no dia 24 de setembro de 1869, quando dois espectadores, Jay Gould e James Fisk, tentaram tomar o mercado do ouro na Bolsa de Valores de Nova York.
Quando o governo foi obrigado a intervir para corrigir a distorção ao elevar a oferta da matéria-prima ao mercado, os preços caíram e muitos investidores perderam grandes fortunas.

2. Os desfiles de Papai Noel foram um antecessor da Black Friday
Para muitos americanos, o desfile do Dia de Ação de Graças, promovido pela loja de departamentos Macy's, se tornou parte do ritual do feriado.
Mas o evento, na verdade, foi inspirado nos vizinhos do norte. A loja de departamentos canadense Eaton's realizou o primeiro desfile do Papai Noel em 2 de dezembro de 1905. Quando o Papai Noel aparecia ao final do desfile, era um sinal de que a temporada de festas havia começado – e, por sua vez, a corrida às compras. É claro que os consumidores eram incentivados a fazer compras na Eaton's.
Lojas de departamento, como a Macy's, inspiraram-se no desfile, e passaram a patrocinar eventos semelhantes ao redor do país. Em 1924, por exemplo, Nova York viu pela primeira vez um desfile da Macy's com animais do zoológico do Central Park e totalmente organizado por funcionários da própria loja.

3. A data do Dia de Ação de Graças foi, indiretamente, determinada pelos clientes
De meados do século 19 ao início do século 20, em um costume iniciado pelo então presidente americano Abraham Lincoln, o presidente declararia o "Dia de Ação de Graças" na última quinta-feira de novembro. O dia poderia, assim, cair na quarta ou quinta quinta-feira do mês.
Mas em 1939, algo atípico aconteceu – a última quinta-feira foi coincidentemente o último dia de novembro. Lojistas preocupados com o curto período de compras para as festividades do final de ano enviaram uma petição a Franklin Roosevelt (1882-1945) para declarar o início das festas uma semana mais cedo – o que foi autorizado pelo então presidente americano.
Pelos próximos três anos, o Dia de Ação de Graças foi apelidado de "Franksgiving" (uma mistura de Franklin com Thanksgiving, como a data festiva é chamada em inglês) e celebrado em dias diferentes ─ e em diferentes partes do país.
Finalmente, no final de 1941, uma resolução conjunta do Congresso solucionou o problema. Dali em diante, o Dia de Ação de Graças seria comemorado na quarta quinta-feira de novembro, garantindo uma semana extra de compras até o Natal.

4. A síndrome da sexta-feira após o Dia de Ação de Graças
Segundo Bonnie Taylor-Blake, pesquisador da Universidade da Carolina do Norte, a Factory Management and Maintenance – uma newsletter do mercado de trabalho – reivindica a autoria do uso do termo associado ao período das festas.
Em 1951, uma circular chamou atenção para a incidência de profissionais doentes naquele dia.
"A síndrome da sexta-feira após o Dia de Ação de Graças é uma doença cujos efeitos adversos só são superados pelos da peste bubônica. Pelo menos é assim que se sentem aqueles que têm de trabalhar quando chega a Black Friday. A loja ou estabelecimento pode ficar meio vazio e todo ausente estava doente – e pode provar", dizia a circular.

5. Big Friday?
O termo ganhou popularidade pela primeira vez na Filadélfia. Policiais frustrados pelo trânsito causado pelos consumidores naquele dia começaram a se referir dessa forma à Black Friday.
Os lojistas evidentemente não gostaram de ser associados ao tráfego e à poluição. Eles, então, decidiram repaginar o termo "Big Friday", segundo um jornal local de 1961.
É claro que a invenção não "pegou".

6. Com o tempo, Black Friday passou a significar 'voltar ao azul' (do inglês going back to black)
Os lojistas conseguiram, no entanto, dar uma interpretação positiva ao termo ao dizer que ele se referia ao momento em que os estabelecimentos retornavam ao azul, ou seja, voltavam a ter lucro. No entanto, não há provas de que isso teria realmente acontecido.
É verdade, por outro lado, que o período de festas corresponde à maior parte dos gastos de consumo do ano.
No ano passado, estima-se que os consumidores tenham gastado mais de US$ 59 bilhões na Black Friday, segundo a federação nacional do varejo dos EUA (National Retail Federation, ou NRF, na sigla em inglês). Mas quanto dessas receitas realmente se torna lucro não está claro, dado que os lojistas costumam trabalham com margens mais apertadas, oferecendo grandes descontos.

7. Black Friday não se tornou referência nacional até a década de 90
O termo Black Friday permaneceu restrito à Filadélfia por um tempo surpreendentemente longo. "Você podia vê-lo sendo usado de maneira moderada em Trenton, Nova Jersey, mas não ultrapassou as fronteiras da Filadélfia até os anos 80", disse Zimmer.
"O termo só se espalhou a partir de meados dos anos 90".

8. Black Friday se tornou o maior dia de compras do ano em 2001
Embora a Black Friday seja considerada o maior dia de compras do ano, a data não ganhou essa designação consistentemente até os anos 2000.
Isso porque, por muitos anos, a regra não era que os americanos adoravam uma liquidação, mas adoravam procrastinar. Ou seja, até tal ponto, era no sábado – e não na sexta-feira – que as carteiras ficavam mais vazias.

9. Black Friday ganhou o mundo
Por muito tempo, os la?ojistas canadenses morriam de inveja de seus colegas americanos, especialmente quando seus clientes fiéis colocavam o pé na estrada rumo ao sul em busca de boas compras. Mas agora eles passaram a oferecer as suas próprias liquidações – apesar de o Dia de Ação de Graças no Canadá acontecer um mês antes.
No México, a Black Friday ganhou novo nome – 'El Buen Fin', ou "Bom fim de semana". A comemoração é associada ao aniversário da revolução de 1910 no México, que às vezes cai na mesma data que o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. Como o próprio nome sugere, o evento dura o fim de semana inteiro.
No Brasil, onde o feriado de Ação de Graças não existe, a data passou a ser incluída no calendário comercial do país quando lojistas perceberam o potencial de vendas do dia.

10. Black Friday está em vias de extinção?
O Wal-Mart, o maior varejista do mundo, quebrou a tradição do Black Friday em 2011, quando abriu sua loja a clientes na noite do feriado de Ação de Graças. Desde então, lojistas por todos os Estados Unidos estão de olhos nos cerca de 33 milhões de americanos ávidos por fazer compras após se deliciar com generosas fatias de peru.
Mas não se preocupe – os lojistas também já inventaram um nome para batizar o dia adicional de compras: "Quinta-feira cinza".

Fonte: BBC Brasil

E você já preparou a sua empresa para essa data? Pode ser uma grande oportunidade para atrair novos clientes. Coloque alguns produtos em potencial com promoções atraentes e aproveite os bons negócios.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Facebook não vai mais permitir publicidade gratuita

Facebook não vai mais permitir publicidade gratuita (Reprodução)
O Facebook está lançando o seu mais feroz algoritmo para combater publicidade gratuita. Caso ele identifique um post com propaganda excessiva, o alcance será reduzido drasticamente.
Se por algum motivo você não achou que esta é uma boa notícia pode ser um sinal que você não compreendeu o que as pessoas realmente querem. A rede social realizou uma pesquisa com centenas de milhares de usuários e a maioria cravou que não deseja ver este tipo de conteúdo. Isto se chama User Experience.

O que será proibido?

Este post acima é um exemplo fictício ilustrando quem será prejudicado. Publicações no melhor estilo varejo serão punidas porque estamos vivendo um momento em que ninguém quer ver propaganda. A audiência das mídias tradicionais diminuiu e surgiram fenômenos sem nenhuma interrupção publicitária, como Netflix.
É necessário ficar claro que qualquer rede social, desde os primórdios com Orkut e Fotolog, nasceu para ser algo para as pessoas e não para as empresas. E a lei da sobrevivência para o Facebook é que as pessoas estejam felizes, porque no fundo, ele sabe que enquanto for a maior rede social, as empresas estarão presentes.

Não fique chateado com o Facebook, o Google sempre fez isso
Todas estas mudanças do Facebook são baseadas no que o Google faz. E a rede do Zuckerberg é grande o suficiente para entender muito mais sobre o comportamento de uma pessoa na internet do que nós, meros mortais.
A penúltima atualização do algoritmo do Google, chamada de Beija Flor, modificou 90% das buscas. Hoje, o buscador força que as empresas tenham site mobile e com conteúdo de qualidade (não vendedor) e que resolva um problema do usuário.
Portanto, o Facebook está fazendo uma melhoria para todos nós com base em dados que nós nunca teremos condições de conseguir. No fundo, ele só está nos ensinando a dirigir esta Ferrari que possui 100 milhões de perfis no Brasil. Não custa nada sermos humildes e mudar nosso dia a dia junto com a rede social. Assim, deixaremos as pessoas felizes e nossos resultados serão melhores.

Fonte: AdNews

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Os melhores horários para postar nas redes sociais


Qual é o melhor horário para postar no Facebook?
Qual é o melhor horário para publicar uma foto no Instagram?
Ou até mesmo quais são os piores horários para publicar no Google+, LinkedIn e Twitter…
Se você já se perguntou sobre os melhores (e piores) horários para postar nas redes sociais, esse infográfico irá responder todas as suas dúvidas.
Veja todos os detalhes sobre Os Melhores Horários para Postar nas Redes Sociais no infográfico criado pelo site Viver de Blog logo abaixo.

melhores horarios para postar nas redes sociais

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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Cinco importantes elementos do Marketing Digital a serem considerados


Para uma empresa ter sucesso no mundo de hoje, é importante ter uma forte pegada digital  dentro da internet. Portanto, quando uma empresa está definindo seu plano de marketing, deve incorporar uma estratégia digital sólida. Sem uma estratégia de marketing digital no lugar, captação de novos clientes, visibilidade da marca e impactantes oportunidades de geração de receita provavelmente serão danificados.
Os cinco elementos mais importantes de uma campanha digital consistem em: considerações móvel, busca orgânica, marketing em mídia social, marketing de conteúdo e nutrição de visitantes. Todos esses elementos combinados formam uma coesa estratégia de marketing digital. A forma como você define estes elementos têm uma correlação direta em uma campanha bem sucedida.

1.    Considerações móveis  -  90% das transações realizadas pelos consumidores são iniciadas em um dispositivo e terminadas em outro. (Neil Mohan, Google) Além disso, em 2014, as vendas de smartphones e tablets  grosseiramente superam vendas de PC. Aprender o que é possível com marketing para esses usuários é crucial no mundo digital de hoje. Cada aspecto de sua campanha de marketing digital deve refletir para os aparelhos móveis.

2.    Busca orgânica  - os consumidores têm procurado informações online através de uma variedade de métodos, sendo os mais importantes resultados de pesquisas. A primeira coisa a fazer para colocar seu site na frente de clientes e clientes potenciais é otimizar corretamente seu site. Otimizar seu site corretamente vai ajudar os motores de busca identificar o que é seu site, e como se relaciona com o que o usuário está procurando. Implementação de uma estratégia de busca orgânica sólida aumentará a visibilidade do seu site nos motores de busca e ajudará a direcionar mais tráfego para seu site, aumentando o seu potencial para uma variedade de oportunidades positivas.

3.    Marketing de Conteúdo  - O conteúdo é um importante fator de condução em uma estratégia de marketing digital. Utilizar um blog em um site é uma ótima maneira para ajudar a fornecer os visitantes com conteúdo atualizado e relevante. Isso vai ajudar a levar a um aumento no número de visitantes do site, o envolvimento dos usuários, que poderá gerar conversões. A criação de conteúdo novo e impactante para o seu site também cria autoridade no negócio. Através de estratégias adequadas de marketing de conteúdo, você pode estabelecer o reconhecimento como um líder dentro de seu negócio vertical.

4.    Social Media Marketing  - Social Media Marketing ou Marketing em Mídia Social é um ótimo meio de uma empresa construir e aumentar a presença da marca em toda a Internet. Ele também fornece uma ferramenta muito poderosa para compartilhar informações e distribuir conteúdo sobre produtos e serviços. Utilizando uma variedade de plataformas de mídia social (Facebook, Twitter, Whats Up, Instangran, entre outros), cria-se novas oportunidades para interagir e se conectar com os clientes e potenciais clientes.

5.    Nutrir visitantes do site e e-mail marketing  - As estatísticas dizem que apenas 1-3% de visitantes do site fazem uma decisão de compra a primeira vez que eles vêm para um site. Quando sua campanha de marketing digital é direcionar o tráfego qualificado para seu site, o que você faz com os restantes 97% dos visitantes que não compram em seu site pela primeira vez? Este é o lugar onde uma campanha estratégica de e-mail marketing ajuda a proporcionar um ROI de sua empresa. A pesquisa de mercado mostra que mais de 65% dos consumidores estão inclinados a fazer uma compra em associação com uma campanha de e-mail bem planejada. Lembre-se, a maioria dos e-mails abertos hoje são abertos via dispositivo móvel para ter certeza de que todos os esforços de e-mail marketing estão direcionados para eles também..
E você gostou desse artigo? Tem alguma dúvida ou sugestão para nosso próximo tema? Comente, compartilhe com seus amigos, ou escreva para nós contato@agenciaimpact.com.br. Sua opinião é muito importante.

Caso queira contratar nossos serviços e realizar um orçamento de consultoria em marketing digital, acesse nosso site www.agenciaimpact.com.br.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Twitter para sua Empresa




 O Twitter proporciona uma nova abordagem que pode ser adaptado para atender e atingir as mais variadas preferências e necessidades dos usuários/consumidores. 

 Com um planejamento estratégico e monitoramento online para ações publicitárias no Twitter sua empresa pode conseguir Agilidade e viralização instantâneas. 
entre outros benefícios como: 
  • MELHORAR A REPUTAÇÃO CORPORATIVA
  • TER UM CONTATO MAIOR COM O CONSUMIDOR
  • CAPACIDADE DE HUMANIZAR A MARCA
  • GESTÃO DE CRISE MAIS DINÂMICA
Para uma gestão mais eficaz e um engajamento que gere resultados recomendamos que um profissional capacitado lhe ajude nesse caminho entre em contato conosco www.agenciaimpact.com.br

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Como construir um público-alvo no YouTube


O YouTube oferece uma tremenda oportunidade para as empresas de todos os tamanhos para construir um público-alvo. Um gritante de 1 bilhão de usuários únicos visitam o site do YouTube.
Isso demonstra claramente o enorme potencial que o YouTube tem para cases comerciais. O YouTube está constantemente crescendo  e atinge mais espectadores adultos em muitos países do que a TV a cabo.

A sua empresa não pode, dar ao luxo de ignorar YouTube. Se o YouTube não é uma parte do seu plano de marketing, tenha certeza de que você está perdendo negócios para seus concorrentes. As pessoas esperam para interagir com seu conteúdo no YouTube, e você não pode decepcioná-los.
Para construir um público-alvo no YouTube você precisa de conteúdo interessante e divertido. É através da produção de vídeos fabulosos que você pode alcançar o sucesso na construção de um público de qualidade. Para ter uma audiência, obviamente você tem que construir uma. Infelizmente, com o YouTube, não há simplesmente muito conteúdo. É por isso que você tem que construir o seu público  com o conteúdo de marketing excepcional.
Existem amplas ferramentas disponíveis para uma melhor interação com YouTube e fazer sua marca popular. Você tem que alcançar seu objetivo através de muito trabalho paciente e persistente.
Em primeiro lugar, identificar o seu público-alvo e pesquisar o que eles precisam. Para atrair o público certo - e para fazê-los acessar o seu canal - você tem que cumprir suas expectativas. Entenda quem é seu público. A faixa etária que você está visando, sua renda e todos os outros dados relevantes.
Lembre-se que as pessoas que assistem a vídeos do YouTube sem expectativas específicas são raros.Quando você sabe quem é seu público e o que eles querem, você vai entender que tipo de conteúdo que você precisa para produzir para fazê-los ficar. Tente monitorar as conversas sobre sua marca antes de criar conteúdo no YouTube.
Mostre criatividade e produza vídeos sobre seus produtos e dicas de como usá-los. O vídeo deve ser emocionante e que mantenha o interesse do espectador. " Se você trabalha para estreitar a colaboração com fóruns especializados, você vai entender como fazer melhor o conteúdo e encontrar as pessoas que estarão ansiosos para interagir com ele.
Outro ponto importante é divulgar os vídeos no Facebook e Twitter e, em seguida, analisar o público que assiste. Existem ferramentas disponíveis para este fim.
A combinação de conteúdo informativo e divertido tornam um vídeo do YouTube extremamente poderosos, e os resultados serão alucinantes.

E você já fez algum vídeo no Youtube sobre os seus produtos, ou dicas de como usá-los? Achou essa dica importante? Então comente abaixo, compartilhe com seus amigos. Sua opinião é muito importante.

Caso queira uma ajuda nos contate, estaremos sempre a disposição:

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Email Marketing X Marketing em Mídias Sociais, qual deles é o melhor?


Dia desses, enquanto fazia minha navegação em busca de mais conhecimento, me deparei com essa batalha: muitas pessoas sacrificam o email depois que as mídias sociais (principalmente o Facebook, Twitter e Whats Up) tiveram grande sucesso.

Tive a ligeira impressão que os tempos de vacas gordas dos sistemas de email marketing estava prestes do fim.

Mas depois de alguns estudos sobre o tema, percebi que o email marketing bem planejado é uma arma muito poderosa e ainda está em alta. Percebi então, que ambos tem o seu papel, sendo que cada um tem a sua importância e deve ser tratado como um tipo de estratégia diferente.

Veja nesse infográfico feito pela Marketing Digital em parceria com a Host Papa, um comparativo entre ambos:


email marketing x marketing em midias sociais

E você o que achou. Concorda com o resultado? Qual deles você usaria na sua empresa? Ou usaria os dois? Deixe a sua opinião nos comentários. Se gostou do tema, compartilhe nas suas redes.

Um grande abraço.


Impact Agência Digital